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Jornalista quer mudar Lei Áurea para indenizar proprietários

segunda-feira, 3 de maio de 2010


A proposta bizarra de mudança da Lei Áurea, para permitir a indenização em dinheiro dos antigos proprietários de escravos por que teriam sido “lesados no seu direito de posse”, apresentada à Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados, tem autor com nome e sobrenome: trata-se do jornalista carioca Eduardo Banks - MTb 31.111/RJ – o mentor da idéia que tomou forma por meio da Associação que leva o seu nome. A proposta foi rejeitada – sem discussão - pelo deputado Paulo Pimenta, do PT, com base no Regimento Interno da Casa, sob um argumento que, na prática, nega a evidência histórica de que a escravidão foi um negócio do Estado brasileiro. “Não há possibilidade nenhuma de caracterizar o ser humano que realizava trabalhos forçados, em situações deploráveis, na condição de escravo como propriedade protegida por lei. Dessa forma, a proposta não será discutida no âmbito desta Casa”, disse Pimenta, parecendo ignorar que o tráfico e o comércio eram negócios regidos por Leis do Estado, como a Lei dos Sexagenários (Lei Saraiva/Cotegipe - 3270 de 1.885) que fixava preços dos escravos em valores, sempre 25% menores para as mulheres. Nesta sexta-feira, Afropress localizou, no Rio, o jornalista autor da proposta bizarra, para quem “os negros que aproveitem a liberdade prevista na Lei, porém, o Estado deve pagar a conta”. O argumento é o mesmo defendido por fazendeiros nos meses que antecederam à Abolição e ressurge depois de 122 anos de vigência da Lei Áurea. Movimento pela reparação negraNos anos 90 ganhou força o Movimento pelas Reparações dos Afrodescendentes (MPR), que teve entre os seus líderes o jornalista baiano Fernando Conceição. O movimento propunha que o Governo indenizasse os 70 milhões de afrodescendentes brasileiros pelo crime dos 350 anos de escravidão. Cada um receberia R$ 102 mil reais, à época. Lembrava-se que os judeus foram indenizados em milhões de dólares pela Alemanha por terem sobrevivido a sete anos sob o nazismo.Queima dos arquivosO movimento para indenizar fazendeiros e senhores de escravos teria sido, segundo os defensores do então ministro da Fazenda, Rui Barbosa, em 1.891, já na República, o motivo determinante para a queima dos arquivos da escravidão. “Nada tenho contra os direitos dos negros. Quero apenas o reconhecimento dos direitos dos proprietários. O Estado de S. Paulo, por exemplo, foi arruinado pela Lei Áurea, porque ela aconteceu exatamente no período da colheita do café. Houve um prejuízo enorme dos produtores de café de S. Paulo. Seria a mesma coisa hoje que o Governo mandar queimar todas as plantações de soja”, afirmou Banks, por telefone, com ar sério de quem pretende recolocar o tema no debate público. Ele protestou contra a decisão de Pimenta de arquivar a proposta sem debate na Comissão e disse que insistirá na defesa da idéia. “Não nos foi dado o direito sequer de tentar defender nosso ponto de vista”. Associação Banks é o idealizador da insólita Associação que leva o seu próprio nome responsável pela apresentação da proposta em nome de Waldemar Annunciação Borges de Medeiros, que ocupa a presidência. Trata-se de uma associação civil, sem fins lucrativos, com inscrição no Registro Civil de Pessoas Jurídicas do Rio de Janeiro, sob o número 227.020 e inscrita no CNPJ sob o nº 09.296.442/0001-00 e sede provisória na capital carioca.Segundo ele, o quadro social da entidade – que funciona numa antiga casa no espólio do avô – tem composição pluralista, com pessoas de todas as religiões. “O atual presidente é umbandista, assim como outros cinco fundadores. Há católicos, um adventista do sétimo dia, um kardecista e também um Rosa Cruz”, acrescentou. Projeto de LeiDefinindo-se como “técnicamente católico (batizado e crismado”, “Niilista positivo e Ativo e discípulo de Nietzsche – o filósofo alemão Friedrich Wilhelm Nietzsche(844-1900) – Banks disse que vai insistir na proposta e vai procurar outros deputados componentes da CLP e pedir que recorram ao plenário. “Se não obtivermos resultado por essa via, procuraremos algum deputado federal ou senador que aceite encampar a iniciativa, e aprsente em nome próprio o mesmo texto, na forma de Projeto de Lei Ordinária perante alguma das Casas Legislativas do Congresso Nacional”, finalizou.
Fonte:http://www.afropress.com/noticiasLer.asp?id=2182

119 comentários:

Henrique Passamani disse...

Os propietários não merecem essa "indenização" já que mesmo alegando que os escravos eram deles, não era para ser assim, levando em conta que não existe diferença entre brancos e negros, assim, o maior injustiçado pelo ocorrido foram os negros, que eram submetidos a situações constrangedoras e injustas.

Vitor e Eduardo disse...

Eu acho um absurdo os proprietarios de terras receberem indenizaçao depois de todas as injustiças sofridas pelos negros naquela época.Todos os escravos eram submetidos a varias situações que hoje em dia seriam consideradas uma atrocidade , entao o maior injustiçado é e sempre foi o negro.

Júlia Brenda disse...

É inevitável não perceber o valor que o dia 13 de maio tem na vida dos brasileiros, fim de uma pratica social que deveria ser tratada com mais respeito e dignidade, mostra o fim de uma era dolorosa, injusta e preconceituosa muito significativa para os negros (principalmente), pois foi à libertação deles.
Concordo se houver uma indenização para os descendentes de escravos, porem é antiético ter uma indenização para os proprietários dos escravos que o fizeram sofrer tanto e deveriam ter sido presos por isso e não receber méritos. Não se deve exaltar e engrandecer um ato desse, não é correto “dar preço e vender” o ser humano, fazer ele submisso a você e tratá-lo pior que um animal.

Vitor e Eduardo ....... disse...

Eu acho um absurdo os proprietários de terras receberem indenização depois de todas as injustiças sofridas pelos negros naquela época.Todos os escravos eram submetidos a varias situações que hoje em dia seriam consideradas uma atrocidade , então o maior injustiçado é e sempre foi o negro.

Henrique R e Pedro disse...

Acho essa proposta totalmente antiética, pois na época da escravidão, descendentes desses fazendeiros exploraram a mão de obra dos negros, fazendo eles sofrerem, serem injustiçados e ainda depois de tudo isso estão querendo idenização pelos escravos comprados.Esse texto foi escrito perto do dia da abolição da escravatura e por isso nos faz repensar nos direitos dos descendentes de escravos e dos fazendeiros, porém não podemos esqucer o que esses fazendeiros fizeram.

Bruno Matias disse...

Penso que o jornalista carioca Eduardo Banks esta passando por um papel vergonhoso perante a sociedade. Perto do dia 13 de maio, dia da abolição da escravatura brasileira, este jornalista está cometendo uma grande falta de respeito à sociedade negra do Brasil.
Como se ninguém soubesse das condições deploráveis que os negros eram mantidos durante a época dos escravos e dos benefícios que os "proprietários" desses seres humanos tinham, é totalmente desleal propor uma barbaridade deste nível. Não é mentira que os proprietários ficaram no prejuízo quando se deu a abolição da escravatura pela Princesa Isabel, mas todo o sofrimento, tortura e humilhação sofrida por este povo afrodescendente, não deixa espaço, realmente, para uma discussão a favor do jornalista. O certo a se fazer seria: propor uma remuneração à família desses escravos que até hoje, sofrem, e muito, pelo passado de seus descendentes.

Maria luiza e Rayana disse...

Com a próximidade ao dia da Abolição da escrevatura,uma lei que deu um "reviravolta" na sociedade, deixando uns felizes, e outros desesperados por não ter mão de obra; esse texto nos leva a refletir sobre os direitos dos afrodescendentes que no passado sofrerem muitos nas mãos dos fazendeiros brasileiros.
A proposta de indenizar os descendentes de escravos, cabe ser discutida, mas nossa opinião é contrária a ela, já que os prejudicados foram seus antecendes, os negros de hoje não sofreram sobre o regime da escravidão.
Já a proposta de indenizar os proprietários de terras é completamente inaceitável, e nem deve ser aberto espaço para descussão. Isso pois, apesar de serem prejudicados em uma colheita, eles foram beneficiados durante 350 anos de escravidão.

talita disse...

Eu creio que a aboliçao da escravidao foi um marco importantissimo para o nosso país, visto que os negros sao a maior parte da populaçao, deveria entao ser tratada com mais respeito e dignidade. O jornalista Eduardo Banks fez uma proposta absurda ao governo, tentar ressarcir os proprietários de escravos é no minimo injusto, pois foram os escravos que sofreram por muitos anos e aguentaram os maus tratos enquanto os proprietarios de escravos lucravam.

mariana disse...

Nesse mundo capitalista, certas pessoas só pensam no benefício próprio, querendo ganhar dinheiro a qualquer custo. É o exemplo desse jornalista carioca, que pretende arrecadar dinheiro a partir da escravidão, abolida a muito tempo. A abolição da escravidão, 13 de maio, além de ser um marco cultural do Brasil, simboliza a liberdade para todos os descendentes negros, que são grande parte da população brasileira.

Camila e Luiza disse...

A constituição brasileira alega que o racismo é crime e sua prática pode levar à prisão ou à indenização do indivíduo que comete tal ato. Cento e vinte e dois anos após a aprovação da lei Áurea, um jornalista carioca quer a indenização por parte dos proprietários dos escravos por terem sido prejudicados após a abolição da escravatura. Isso não seria uma forma de racismo? Os negros sofreram todos os tipos de atrocidades possíveis, trabalhando exaustivamente em condições precárias, sem o direito de discordar com as ordens que lhe eram impostas. O Brasil está tentando reparar essas injustiças que foram cometidas através de leis e cotas que tentam garantir algum direito aos negros, e agora querem que aprovem uma proposta de indenização para os escravocratas! Isso seria como voltar no tempo... E ainda assim os políticos afirmam que o Brasil é o país do futuro. Irônico, não?

Isabela B e Aline M disse...

A proposta apresentada no texto além de não ter cabimento, é desumana e vergonhosa.
A idéia de que os proprietários devem receber dinheiro por terem perdido pessoas que, por eles, foram exploradas e maltratadas não tem a menor lógica, pois segundo os Direitos Humanos, Artigo III, “toda pessoa tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.” Sendo assim, apesar de que os escravos pertenciam a alguém, é injusto pessoas receberem uma quantia razoável por algo que hoje é visivelmente absurdo, errado e fora da lei. A comparação de escravos com a plantação de soja foi supérflua e desagradável, porque não se pode comparar os direitos das pessoas a uma simples plantação e/ou bens materiais, como eles estão sendo tratados na proposta de Eduardo Banks.

Giuliana e Abigail disse...

Proposta bizarra é eufemismo. Isso beira o absurdo. Não consigo imaginar o que leva uma pessoa a pensar em algo tão e inadequado para a "época" em que vivemos hoje. E me pergunto se quem propôs isso não pensou que poderia ofender muitas pessoas, negras ou não, que, de fato, não concordariam com isso. Tendo em vista o fato que essa reportagem "surpresa" possa rendaer muito mais que somente indgnação nas pessoas. Será que Banks não pensou no sofrimento dos escravos? E o quanto foi sacrificante essa luta pela liberdade? O dia 13 de Maio é, sem dúvidas, o mais significativo do ano para os afrodescedentes. E não seria justo, uma pessoa qualquer, que provávelmente não sabe o quanto isso significa, tirar, mesmo que seja em parte, essa vitória negra, tratando-os como propriedade de alguém.

Ana Clara Benevides disse...

Creio que estes antigos proprietários não devem receber a indenização proposta, visto que desrespeitavam direitos humanos, de uma forma crucial contra os negros. É vital ressaltar o valor da Lei Áurea, imposta dia 13 de maio, tornando ilegal a escravidão, assim, tendo um grande valor na vida dos brasileiros, visto que significa um marco de liberdade e igualdade racial.
Penso que o autor dessa proposta vergonhosa não levou em consideração o sofrimentos dos escravizados e o quanto essa atitude é desumana. Os proprietários das antigas terras, levaram sim, um grande prejuízo ao perder esses escravos, mas nada se compara aos direitos que um ser humano deve ter, e claro, ser respeitados.

José Guilherme B e Matheus Vieira disse...

É fato que os fazendeiros brasileiros, proprietários de escravos, passaram por uma grande desestabilidade econômica com a "perda" dos trabalhadores com a Lei Áurea. Caso houvesse necessidade de alguma indenização, essa deveria ter sido efetivada na própria época, até como meio de incentivo aos proprietários aderirem ao fim da escravatura, e não hoje, tempo em que propostas como essa são vistas com grande repulsa pela mídia e pela sociedade em geral. Sendo assim, essa ideia é inviável, tanto economicamente, quanto socialmente.

Lucas P e Gabriel Z disse...

Essa proposta é um absurdo, pois é errado receber essa indenização, os proprietários de terra, que gastaram seu dinheiro "comprando" os escravos e perdendo eles com a Lei Áurea. Fizeram crueldades com os escravos. Se fosse pra alguém receber alguma indenização hoje, seriam os descendentes dos escravos, mas hoje isso tudo já passou, pois não acharíamos esses descendentes, e todos são iguais perante a lei.
Por causa desses proprietários até hoje alguns tem preconceito racial, mas graças aos protestos feitos reduziu o número de pessoas racistas no Brasil.

Vitor e Leandro disse...

Penso que essa proposta do jornalista Eduardo Banks é no mínimo absurda, uma vez que o autor não leva em consideração as atrocidades cometidas pelos escravocratas, desrespeitando inclusive, as condições básicas de vida de qualquer ser humano.
Indenizar os ex-proprietários de escravos é o mesmo que cometer um retrocesso na história brasileira, já que, após a Lei Áurea o Brasil e sua sociedade, deram um passo colossal para assegurar os direitos de todos os cidadãos, principalmente os da liberdade e da igualdade racial.

Se alguém deveria ser indenizado, em minha opnião, deveriam ser os descendentes de escravos, em nome dos 350 anos de desrespeito e sofrimento. Nas mãos desses proprietários.

Thiago disse...

Thiago B. e Thiago P.

O argumento do jornalista contradiz totalmente o que ocorreu no Brasil no século XIX. O dia 13 de maio, a abolição da escravatura não havia sido muito bem sucedida. Mesmo depois desse dia, negros ainda eram tratados com escravos.

No documento de Banks, está escrito que os proprietários têm direitos sobre o dinheiro perdido porém, mas isso é incorreto, já que o comércio escravo era ilegal, fazendo a teoria do autor ser totalmente inválida.
Além do mais, Banks fez um papel ridículo perante a sociedade brasileira que é na verdade uma mistura de raças e etnias.

Ana Carolina D. e Luísa Baby disse...

De fato bizarra. Primeiramente, os livres escravos de hoje eram ridiculamente considerados 'posse' de proprietários da época contrariando a atual constituição que defende que os direitos de um indivíduo, seja ele negro ou branco, termina quando invade os do próximo. O que a nova lei de Banks propõe, é a indenização dos tais proprietários que tiveram seus 'bens', escravos, libertados pela lei de abolição da escravatura decretada em 13 de maio de 1888. Partindo desse pensamento, somos totalmente contra a essa novidade, uma vez que defendemos a igualdade de direitos e a liberdade.

Bruno Tumoli e Maria Daher disse...

13 de maio, sem dúvidas é um dia marcante na história de todos os brasileiros, deve ser comemorado com respeito, devido ao fato de nos fazer lembrar, algo que não damos tanta importância, que é o preconceito racial e a libertação dos escravos, que eram tratados como bichos e não humanos. Na escravidão, a identidade da pessoa era sua cor, e isso é algo sem fundamento, pois não existem diferenças entre negros e brancos, nós todos somos pessoas,e devemos ser tratados como tal. O jornalista alega que queria indenizar os proprietários por eles terem sidos prejudicados pela lei auréa, porém, os maiores prejudicados foram os negros, que sofreram fisicamente com a repressão racial.

Ana Paula e Raissa disse...

A proposta do jornalista carioca Eduardo Banks é realmente bizarra.
Sim, os proprietários sofreram prejuízos com a Lei Áurea (libertação dos escravos), entretanto não justifica uma remuneração monetária, uma vez que nada se compara a humilhação, sofrimento e abuso que os afrodescendentes daquela época passaram na mão desses "proprietários injustiçados". Já se passaram 112 anos da abolição da escravatura, e não há outra maneira de interpretar essa proposta, os escravos sofreram muito até conseguir de volta um direito que sempre foi seu, logo, se alguém merece alguma remuneração, esses são seus descendentes.

Giullio e Eduardo V. disse...

Creio que os antigos proprietários devem receber indenizações caso os escravos também recebam pois, naquela época, eles agiam "dentro da lei". Os donos de escravos tiveram muitos prejuízos com a abolição, ainda mais por que, em alguns locais, estava no período da colheita.
Essa proposta não é bizarra, e sim justa, visto que foi o Governo que criou essa grande confusão e depois a desfez. Mesmo os escravos sendo maltratados, sofrendo da miséria e tudo o mais, os Proprietários também são vítimas do sistema.

Júlia e Mariana disse...

Pensamos que uma ideia como a de Banks deveria ser totalmente refutada por parte das autoridades, uma vez que ele propõe o pagamento da indenização aos 'proprietários' dos escravos, sendo que esses os maltratavam e os humilhavam. Tendo em vista esse histórico, seria aceitável que os descendentes dos escravos reinvidicassem por alguma recompensa. No entanto, acreditamos que tal recompensa deveria ser o fim do preconceito racial. Este caminho a ser seguido teve início no dia 13 de maio de 1888, com a abolição da escravatura e temos o dever de dar continuação a essa história, tendo como objetivo alcançar a igualdade, para que um dia seja possível a valorização de todos, independente de sua raça ou classe social.

Henrique N e Joao M disse...

O jornalista carioca Eduardo Banks e outros que aderiram essa proposta não veem o sofrimento dos negros na época da escravatura. Mesmo que a escravidão fora permitida pelo governo, não cabe ao mesmo indenizar esses proprietários que perderam seus “bens”. Se fosse para indenizar alguém, seriam os próprios descendentes desses escravos, que viveram uma vida infernal, insuportável, sendo tratados como objetos.

Matheus Nogueira Tourinho disse...

Uma ideia como essas em pleno ano de 2010, ano no qual se realizará Copa do Mundo da África que, a meu ver, acaba com as barreiras de preconceitos em relação as etnias, especialmente à afro descendente, soa para mim como irreal.
Penso que é errado indenizar os proprietários que tinham ''poder'' sobre todo o sofrimento passado pelos negros durante a época (inclusive por terem sido tratados como mercadoria por um longo período de tempo) porque isso retomaria enfoque sobre uma questão racista, quando essa deve, nos dias de hoje, ser minimizada ao máximo.
Estamos perto da chegada do dia 13 de maio, data comemorativa em relação á Lei Áurea, devemos agora, mais do que nunca, esquecer as diferenças raciais que persistem, infelizmente, até hoje.

Eduardo e Matheus disse...

A proposta feita por Banks é inevitavelmente racista, mesmo sabendo de toda a repreensão e abusos sofridos pelos negros naquela época, ainda quer fazer uma lei que indeniza os descendentes de proprietários dos escravos. Caso essa lei entre em vigor será um desrespeito a toda comunidade negra, devido a todas as dificuldades e abusos que os negros sofreram durante a história.

Ana Paula, Lucas, Luisa disse...

Por quê atribuir um valor (financeiro) à quem maltrava, de todas as formas possíveis, os escravos? Acreditamos que a indenização em relação aos proprietários não seria uma proposta coerente. Se essa viesse acontecer, os descendentes dos escravos que deveriam recebê-la, já que foram eles que sofreram arduamente a escravidão. Os proprietários também ficaram em desvantagens em relação ao fato, mas isso não justifica uma remuneração governamental. Como meio de valorização de uma sociedade negra, que nunca foi privilegiada, a data da abolição da escravatura (13 de maio) deveria ser recebida como meio comemorativo. E fazendo lembrar a todas as pessoas esse fato, ocorrido não só na historia de nosso Brasil, pois foi um grande passo para o fim do sofrimento dessa sociedade e o início de uma igualdade social e racial.

eu disse...

haha

Anônimo disse...

sauahsuohasouhsa

eu disse...

oii anonimo! qm é vc? grita feijao aq na sala!!...

Ludmila e Cayo disse...

A proposta para que os antigos proprietários de terra sejam indenizados expressa a falta do pensamento social. Os latifundiarios usufruiram de todo o trabalho escravo dos negros, que sofreram durante os 350 anos do regime, deveriam receber algo em troca, é injusto dar dinheiro a quem sujeitou pessoas a condições desumanas. A Lei Áurea surgiu para tornar a sociedade mais humana e não para aumentar a desigualdade social.

Anônimo disse...

FEIJÃÃÃO!

Fernanda Lima e Nadiesda disse...

É injusto que hoje no Brasil, um país repleto de miscigenações haja um racismo tão poderoso. O dia 13 de maio, deve ser respeitado e comemorado por todos, pois foi marcado pela libertação dos escravos, fazendo com que deixem de ser tratados como animais, passando a serem tratados como verdadeiras pessoas. Esse fato foi fundamental no modo de vida das pessoas (negros principalmente), para que a sociedade possa evoluir. Porém, nem toda a sociedade pensa dessa maneira, agindo de forma preconceituosa ao lidar com negros.

Sarah e Samantha disse...

A proposta de indenizar aos proprietarios de fazendas pela "perda de posse" é incoerente. Estão considerando os escravos como objetos! Seria mais aceitável indenizar aos descendentes de escravos por todo o sofrimento e injustiça que eles sofreram. Ainda bem que a proposta foi recusada.

Maria Elisa e Juliana disse...

A tese defendida pelo jornalista Eduardo Banks foi muito infeliz, visto que tem um viés capitalista que agride o direito universal a vida proposto pela declaração dos Direitos Humanos; uma vez que, ao comparar o ser humano como posse material, geradora de capital, esquece-se que ao contrário de máquinas os escravos respiravam e tinham a necessidade de viver, tal como os senhores de engenho.

Marcela Ribeiro Tardin Alves disse...

Se as pessoas quiserem partir da tese que diz que a escravidäo era comércio de produtos näo é incorreto que os fazendeiros sejam indenizados. Entretanto, o produto negociado era um ser humano, do mesmo modo que era o `fornecedor` dos escravos, o traficante e o consumidor final. TODOS ERAM SERES HUMANOS COMO ERAM OS ESCRAVOS!E eles näo reconheciam isso, coincidentemente, näo eram explorados nas lavouras de cana, plantacöes de café e,afins.

Fernando e Luísa disse...

A nosso ver, a proposta do jornalista Eduardo Banks é irracional e inconstitucional, além de ser um “crime hediondo” que fere os direitos humanos. O sofrimento dos negros escravos da época é infinitamente mais relevante que a perda de “posses” dos fazendeiros, o que prova que o argumento usado pelo idealizador dessa proposta é fundamentos. Desse modo, fica evidenciado que se existe algum grupo que necessita de alguma indenização é o grupo étnico negro descendentes de escravos, pois graças a sua historia a maioria atualmente faz parte das camadas mais pobres da sociedade.

HENRIQUE ADDINY E LUCAS MAGALHÃES disse...

Antes de me colocar a favor ou contra a proposta do jornalista carioca, Eduardo Banks, creio que seja importante evidenciar que a escravidão era permitida pela lei brasileira no século décimo - nono. Nesse caso, tiramos de cogitação a idéia de serem criminosos perante a constituição vigente. Eram, obviamente, delinqüentes éticos e morais.
A partir dessa observação não creio em tamanho absurdo na proposta do jornalista, em tempo, com a ‘raça’ negra em evidência (com Copa do Mundo no continente africano, etc) não foi o melhor momento para apresentar tal projeto.
Com certeza foram lesados financeiramente aqueles proprietários de escravos que destes foram desapropriados, porém não tenho convicção de que devem ser reembolsados.
Inclusive, vejo como um tema polêmico que deve ser discutido com cautela nas reuniões políticas por nossa nação.

Luiz Flipe Motta e Rodolfo Mendonça disse...

A proposta do projeto de lei em questão é incontestavelmente impertinente e até mesmo desumana. Indenizar aqueles que fizeram outros sofrerem é uma incoerência sem tamanho. Os negros sofreram nas mãos de senhores brancos mundo afora por 350 anos, enquanto os senhores usufruíram de serviços gratuitos baseados na exploração. Numa balança de crédito e débito, fica bem claro que os prejuízos que os senhores sofreram com o fim da escravidão são infinitamente menores que as violações aos direitos humanos sofridas pelos escravos durante séculos. Assim, é fácil perceber que o argumento do deputado é infundado e irrealista.

Rafael Rigo disse...

É indiscutível o valor que o dia 13 de maio tem na vida dos brasileiros, essa data marca o fim de uma época de sofrimento e injustiças para grande parte da população brasileira da época, uma proposta que visa modificar a lei áurea deve ser vista como um desrespeito a um dos marcos sociais da nossa historia. Se beneficiar pessoas que executaram atrocidades contra escravos for a única maneira de alcançar justiça no nosso pais então realmente não aprendemos nada nesses 122 anos.

PATRICKAO se joga magrin e ALEXANDRO rondonelliss disse...

A proposta sugerida pelo jornalista Eduardo Banks demonstrou uma pratica materialista que é totalmente contras aos aspectos histórico-sociais de desenvolvimento do Brasil. Não existe coerência numa proposta ressurgida após 122 anos,para apenas viabilizar uma vingança contra a Lei Áurea.
Nesse contexto, cabe lembrar que a proposta foi argumentada próximo o dia 13 de maio , dia da Abolição da Escravidão,construindo assim um cenário de puro preconceito e óbito contra nossa nacionalidade.

Ingra e Isabela M. disse...

A primeira década do seculo XXI apresenta uma questão tão histórica quanto atual em solo brasileiro: a desigualdade social que foi gerada pelo racismo. Milhares de descendentes de escravos são punidos até hoje, por as vezes um simples motivo. Os escravos eram tratados de forma inadequada e injusta, enquanto os proprietários viviam muito bem. É certo que os latifundiários tiveram muitos prejuizos com a Lei Aúrea, mas nunca chegará nem perto do que os negros sofreram e continuam sofrendo.

Luíza F. e Raphael A. disse...

Financiar os que maltratavam e abusavam de escravos é uma calamidade para sociedade,a Lei Áurea foi criada para acabar com o racismo e não para aumentar a desigualdade social, que hoje é em abundancia entre a população. Concordar com essa mudança é um desrespeito não só para com os negros, mas também com o resto da população, já que a única diferença imposta é a raça.

Júlia Garcia e Juliana Lopes disse...

O absurdo dessa proposta fica claro ao considerarmos o fato que, primeiramente, os escravos eram vendidos por preços baixos aos proprietários de terras e, além disso, ninguém calculou o quanto que esses proprietários ganharam com trabalhadores forcados gratuitos, com quem tais proprietários não gastavam nem para proporcionar condições saudáveis de vida. Ou seja, querem indenização pelos anos de aproveitamento ganhando dinheiro pelo trabalho de pessoas que torturavam e humilhavam. Logo, não é difícil perceber a injustiça dessa proposta. Quem deveria receber a indenização são os descendentes desses escravos, que, apesar de não terem sofrido eles mesmos tais abusos, sofreram as conseqüências, como exclusão social e condição financeira precárias.

Hannah e Renata Ferreira disse...

A proposta de indenização aos proprietarios de esravos foi um absurdo, visto que, os mesmos sofreram diversas atrocidades, tratados como verdadeiros animais. É fato que os proprietários de escravos soferam grandes perdas devido a lei Áurea. Porém isso não justifica o ganho de indenizações por parte do governo. Ao nosso ver, quem deveria receber essa idenização seriam os negros da época que foram escravisados e depois jogados ao escanteio pela sociedade quando foram libertados.

Ilan Ramos e Lucas Costa disse...

Acreditamos que em pleno século XXI, uma proposta como esta, de cunho extremamente racista seria indamissível, até mesmo por estarmos presenciando uma série de revolucões para alcancarmos uma igualdade absoluta. Mesmo estando ciente das consequencias que os latifundiarios sofreram, em relacao ao gigante investimento perdido com a lei Aurea, não se pode portanto querer reprimir os direitos dos negros, que são considerados nos atuais tempos, pessoas com os mesmo direitos de um ser humano comum. Após tantas lutas pelo seu espaco na sociedade, é mais do que justo arcarmos com as consequencias, mesmo se estas vieram do passado. Os negros são humanos como todos nós somos, e não sera por uma mera perda economica que iremos perder esse sentimento mutuo.

Nuno e Dirceu disse...

Absurda ideia esta de indenizar uma pessoa que lucrou explorando de maneira desumana um outro individuo. Desta forma, cabe-se afirmar: é inadimiscível a aprovação desse projeto de lei. O que deve ocorrer é exatamente o contrário, a indenização de descendentes de escravos, que hoje se verifica na forma de cotas raciais.

Eloísa S. e Beatriz B. disse...

É lamentável que, no contexto social no qual nos inserimos agora, que ainda tenta sanar as heranças culturais - e racistas- do período da escrevidão no país,tal proposta venha a tona. Indenizar famílias de proprietários de terras por terem explorado pessoas em um passado parece inconcebível. Entende-se que o argumento do jornalista Eduardo Banks tem certo fundamento histórico, visto que, se for analisado pela ótica do século XIX, trata-se da perda de uma posse sem indenização por isso. Entretanto, a aplicação de uma medida para reverter esse prejuízo nos dias atuais é inviável às estruturas sociais, econômicas, culturais e jurídicas. Ao invés de focar-nos em atitudes desse cunho, deveríamos nos concentrar em promover ações que construam uma realidade social mais igual e justa.

Letícia Salvador e Bruna Tanure disse...

É ultrajante tal ideia. Depois de tamanho sofrimento, os negros são os que deveriam receber uma alta indenizacao. Os atos dos proprietários dos escravos foram severas agressões a todos os direitos, por lei, de um ser humano, então na verdade eles não eram donos de ninguém, eram apenas criminosso sem escrúpulos.

ANNA LARA KAPITZKY E THAÍS DIAS disse...

A proposta do jornalista carioca Eduardo Banks para permissão de indenização em dinheiro dos antigos proprietários de escravos por que teriam sido “lesados no seu direito de posse” foi infeliz. Visto que, indenizar pessoas que submeteram outros indivíduos a trabalhos forçados em situações deploráveis, e sem remuneração merecedora é inadmissível. Mesmo que a Lei Áurea tenha prejudicado os cafeeiros na época que a escravidão foi abolida, indenizá-los seria um absurdo, pois os antigos proprietários de escravos prejudicaram seus "empregados", tanto fisicamente quanto psicologicamente. Desse modo, caso for compensar alguém, essa pessoa seria o escravo.

Paulo e Ariosto Neto disse...

É lamentável que em pleno século 21,existam pessoas com pensamentos tão arrogantes e imorais como o do senhor Eduardo Banks, tendo em vista que os prejuizos sofridos pelos fazendeiros não chegam nem aos pés dos encarados pelos negros escravos, que eram explorados ao extremo e tratados como verdadeiros animais.Sendo assim, a proposta de idenização aos fazendeiros deve sim ser tratada com total irrelevância pelo governo.

ANNA LARA KAPITZKY E THAÍS DIAS disse...

A proposta do jornalista carioca Eduardo Banks para permissão de indenização em dinheiro dos antigos proprietários de escravos por que teriam sido “lesados no seu direito de posse” foi infeliz. Visto que, indenizar pessoas que submeteram outros indivíduos a trabalhos forçados em situações deploráveis, e sem remuneração merecedora é inadmissível. Mesmo que a Lei Áurea tenha prejudicado os cafeeiros na época que a escravidão foi abolida, indenizá-los seria um absurdo, pois os antigos proprietários de escravos prejudicaram seus "empregados", tanto fisicamente quanto psicologicamente. Desse modo, caso for compensar alguém, essa pessoa seria o escravo.

Anna Lara Kapitzky e Thaís Dias disse...

A proposta do jornalista carioca Eduardo Banks para permissão de indenização em dinheiro dos antigos proprietários de escravos por que teriam sido “lesados no seu direito de posse” foi infeliz. Visto que, indenizar pessoas que submeteram outros indivíduos a trabalhos forçados em situações deploráveis, e sem remuneração merecedora é inadmissível. Mesmo que a Lei Áurea tenha prejudicado os cafeeiros na época que a escravidão foi abolida, indenizá-los seria um absurdo, pois os antigos proprietários de escravos prejudicaram seus "empregados", tanto fisicamente quanto psicologicamente. Desse modo, caso for compensar alguém, essa pessoa seria o escravo.

Cláudio Saade e Marcos Reggiani disse...

A proposta defendida pelo jornalista Eduardo Banks, não possui fundamentos sólidos, ao avaliarmos a atual conjuntura ética, moral e política em que vivemos. Em nosso século, as políticas sociais brasileiras visam reparar os danos que a população negra sofreu da colonização até o séc. XIX. Enquanto estamos discutindo as cotas raciais para inserir os negros na universidade, ou mesmo sistemas de ajuda financeira para reinserir essa etnia no modelo vigente capitalista. Seria um movimento retrógado trazer á tona, uma proposta para indenizar os donos de escravos, visto que durante muito tempo essa elite dominante explorou os negros a situações desumanas, e mesmo após a Lei Aurea esses mesmos escravos que agoram estavam em liberdade, viviam as margens da sociedade. Por isso vale lembrar, hoje os negros que estão nas favelasn antes estavam nas senzalas.

Lucas e Fernando disse...

É evidente a incoerência e falta de sensibilidade do Sr. Eduardo Banks ao tentar implementar uma proposta de tamanha desconsideração com a raça negra, raça esta que proporcionou o crescimento não só dos fazendeiros "proprietários" desses seres humanos, mas também ao país, sem que recebessem a recompenssa merecida pelo trabalho tão árduo e desumano. Assim, cabe indagar a este jornalista, se o justo é indenizar aqueles que exploraram um ser igual a ele, apenas de cor diferente, ou indenizar um povo sofrido e trabahador, que viveu para servir e ser tratado como um material, sem vida nem sentimentos.

Dora Siqueira e Gabriela Cardozo disse...

A proposta de lei apresentada por Eduardo Banks mostra-se condizente apenas com a realidade da época da escravatura. Àquela altura, os latifundiários prejudicados pela perda da posse de sua mão-de-obra teriam fundamentos para reivindicar tais indenizações, sem dúvidas. Naquele contexto, é importante lembrar, também, que a sociedade, a qual entendia a escravidão como algo comum, encararia a proposta como algo absolutamente justo e necessário.
No entanto, em nossa atual conjuntura, essa medida não é compatível com o novo pensamento da sociedade. O que antes era considerado normal, hoje é considerado um completo absurdo. Tomamos a consciência de que as torturas e barbáries cometidas pelos senhores de engenho devem ser totalmente condenadas. Ninguém, sob hipótese alguma, pode ser submetido a condições tão desumanas e cruéis. Portanto, a proposta de Banks não tem embasamento algum para que possa ser colocada em prática nos dias de hoje.

Marcio Zaganelli disse...

A ideia de indenização para os fazendeiros defendida pelo jornalista Eduardo Banks é falha no momento da estipulação do valor da mesma, isso se deve porque calcular o prejuízo que os fazendeiros tiverem em café naquela época é um cálculo inconsistente. Por outro lado, os escravos também sofreram durante quase 400 anos e por esse motivo é inegável que também mereceriam uma indenização. Além disso, os negros sofrem até hoje com o preconceito que está inserido subliminarmente na cultura brasileira. Portanto, ao considerar o contexto em que a escravidão ocorreu e que os negros eram tratados como animais o argumento também se torna falho.

Érica Broseghini e Paula Duarte disse...

Certamente, o projeto de lei proposto deve ser olhado com cautela. De um lado, tem-se os fazendeiros que foram economicamente prejudicados com a abolicão da escravatura e de outro, os negros cruelmente explorados por esses. Contudo, vale ressaltar que esse prejuízo econômico foi apenas momentâneo, enquanto a brutalidade para com os negros durou séculos. Dessa forma, espera-se que os descendentes de fazendeiros a serem indenizados já tenham perdido o pensamento rascista que antes existia e lembrem-se dos valores éticos e morais presentes na lei atualmente, antes de julgarem a necessidade de receber as propostas indenizacões.

Ana Clara Carreira e Laís Santiago disse...

No contexto em que se defende os prejuízos sofridos pelos proprietários dos escravos com a Lei Áurea, é importante também enxergar a situação que os escravos viveram. Visto que os seus sofrimentos foram muito maior que os de seus proprietários, cabe a seguinte indagação: Em caso de indenização, por que não indenizar os escravos, que sofrem até hoje? Além disso é importante lembrar que os argumentos utilizados pelo jornalista não são validos perante a sociedade atual. Sendo assim é incoerente a posição do jornalista Eduardo Banks.

Marcio Zaganelli disse...

A ideia de indenização para os fazendeiros defendida pelo jornalista Eduardo Banks é falha no momento da estipulação do valor da mesma, isso se deve porque calcular o prejuízo que os fazendeiros tiverem em café naquela época é um cálculo inconsistente. Por outro lado, os escravos também sofreram durante quase 400 anos e por esse motivo é inegável que também mereceriam uma indenização. Além disso, os negros sofrem até hoje com o preconceito que está inserido subliminarmente na cultura brasileira. Portanto, ao considerar o contexto em que a escravidão ocorreu e que os negros eram tratados como animais o argumento também se torna falho.

Caio e Christiano disse...

De 1933 a 1940, judeus eram explorados e torturados em campos de concentração alemãos. Mesmo não sendo no mesmo grau de crueldade, um fato semelhante ocorreu em solo brasileiro durante aproximadamente 300 anos, a escravidão.
Neste caso, a diferença entre Alemanha e Brasil é de que a Alemanha remunerou as vítimas, enquanto que no Brasil, aparecem propostas questionável de remuneração aos carrascos.
A proposta do jornalista Eduardo Banks torna-se absurda ao dizer que é direito dos fazendeiros de reclamar 122 anos de indenização ilusória em detrimento de três séculos de explorações e abusos.
Essa sugestão chega a se tornar incoerente até se levarmos em consideração o quadro atual, em que a "classe dominante" é preenchida principalmente por brancos, os antigos proprietários, enquanto que os antigos escravos não obtiveram tanta ascensão social.
O correto seria indenizar os negros por esse fardo carregado, e, não se esquecer o porquê do dia 13 de Maio ainda ser marcado nos calendários brasileiros como uma data especial.

Pedro Antonio e Guilherme Poubel disse...

É fato que na época da instituição da Lei Áurea essa proposta deveria ser utilizada, afinal, a abolição da escravidão promoveu um desequilíbrio produtivo que quase acarretou em uma crise. O mesmo deveria também ser feito com os negros, para amenizar os impactos de 350 anos de escravidão estabelecida com o apoio do governo brasileiro. Entretanto, 122anos depois, indenizar os descendentes desses latifundiários(como proposto pelo jornalista) e também dos escravos, se torna inviável e injusto, pois só terá como conseqüências o aumento nas diferenças socioeconômicas e no preconceito racial existentes no Brasil.

Joao Leonardo e Bruno Wenersback disse...

A partir do comentário do jornalista, Eduardo Banks, pode-se perceber claramente, que ele irá passar por momentos vergonhoso perante grande parte da sociedade. Tal proposta para mudar a Lei Áurea, representará grande desprezo diantes dos negros pois, levando isso em consideração, eles durante muito tempo aguentaram os maus tratos proporcionados pelos os proprietarios, que faziam o possivel para lucrar diante dos que trabalhavam exaustamente para ganhar um mínimo para sua sobrevivencia.

Vc tem que morrer seu merda!!! disse...

Vc é louco?! seu racista de merda!!!! meu irmão pensa em alguma coisa poha!!!! Sua mãe num te deu leitinho pra vc ter algum sentimento não ?! seu merdaaaaaaaaa!!!!! Bixo em que mundo estamos???? Como pode existir um ser humano igual a vc?!!!!

ACORDA SEU OTÁRIO!!!!!!

Joao Pedro Oliveira e Victor Dinelli disse...

Em pleno século XXI, mostra-se impertinente e de ,certa forma, injusta a indenizacao proposta por Eduardo Banks, que preve o resarcimento financeiro aos ex-proprietários de escravos no Brasil. Em primeiro lugar, vale lembrar que, no séc.XIX, o trabalho escravo era permitido por lei, logo, esse fato nao pode repercurtir na atual conjuntura legislativa que condena a escravidao, sendo portanto, incabível a remuneracao desses aristocrátas, ainda mais, utilizando para tanto, recurso publico. Em segundo lugar, o argumento utilizado pelo jornalista de apontar o exemplo da indenizacao aos judeus apos o holocausto como o exemplo a ser seguido, se encontra incomparavel a situacao em questao, pelo simples fato dos judeus prejudicados pelo genocídio alemao receberem essa compensacao financeira em vida, ou seja, recebem pelo que sofreram de fato, e nao pelo que seus ancestrais passaram, como no caso dos escravistas. Logo, por apresentar argumentos que vao de encontro a legislacao contemporanea e utilizar uma comparacao incoerente, Eduardo Banks defende uma ideia sustentada por argumentos fracos e elitistas que visam a beneficiar o topo do topo da piramide social brasileira.

Zina disse...

ronaldo!!!

Matheus Tibério e José E. Ruschi disse...

A proposta sugerida pelo jornalista Eduardo Banks é, em nossa opinião, algo totalmente descartável, uma vez que os proprietários foram responsáveis pelo sofrimento e pelas condições sub-humanas impostas aos negros escravizados. Pensamos que se a indenização for concretizada, deverá ser destinada a família dos explorados no século XVIII.

Sofia e Thaíssa disse...

Acredito que a proposta de remuneração aos fazendeiros que perderam seus escravos com a declaração da Lei Áurea é totalmente inadequada, já que os escravos nunca foram posse real dos donos das terras, pois uma pessoa só pertence à ela mesma. Além disso, os fazendeiros não podem receber dinheiro por violar os direitos humanos, explorando o esforço de outros para seu próprio benefício. Portanto, a proposta deveria ser outra: os escravos receberiam indenização por todo o sofrimento e humilhação pelos quais passaram durante anos.

Gabriel Fiorot e Ricardo Noronha disse...

De acordo com o que estava explicito no texto, a idéia trazida pelo jornalista Eduardo Banks, estava incoerente, pois os senhores das terras exploravam ao máximo que podíamos escravos negros, e, se por acaso essa proposta fosse aceita, quem deveria receber esse dinheiro eram as famílias dos escravos, que sofreram muito mais do que os latifundiários.

BERNARDO E ARTHUR SCHWAB disse...

Me desculpe senhor Eduardo Banks, mas discordo totalmente de seu ponto de vista sobre o assunto abordado nesta matéria. Vejamos, qual seria o sentido de remunerar esses tiranos que escravizaram populações afro-descendentes inteiras, se eles não fizeram nada além de torturar esses indivíduos? Acho que quem merece e DEVE ser "recompensado", são os descendentes dos escravizados, devido ao árduo trabalho de seus antepassados.

ArThUr V disse...

É incabível tal proposta, ao tratar-se de homens que abusaram de seres humanos para obter lucro, colocando-os sob condições sub humanas de trabalho e vida. Estes não merecem ser indenizados, pois, mesmo eles tendo perdido algo que lhes pertencia, não é justificável o modo como eles lidavam com seus escravos, os quais eram considerados inferiores e merecedores de maus tratos. Com a proximidade do dia treze de maio, dia da Abolição da Escravatura, cabe-nos indagar como lidamos com a situação dos escravos no passado e da maioria dos negros que ainda sofrem com o preconceito em nosso país. Concluindo, deveria-se tirar esse dia para a conscientização da população, visto que muitas pessoas, como o deputado Paulo Pimenta, não têm completa informação sobre a escravatura em nosso país.

Elielson e José disse...

Durante a época da Lei Áurea, essa proposta poderia ter sido claramente aceita, porém, em pleno século XXI, é totalmente ultrajante que os descendentes dos antigos proprietários de negros sejam indenizados por danos, sejam eles físicos ou psicológicos, que seus ancestrais causaram nesses negros. Tal movimento só faz com que os ex-proprietários de escravos ganhem, mais uma vez, sobre custa dos escravos.

Vitor e Túlio disse...

Fato incontestável: a escravidão era uma prática prevista na lei. Logo, uma indenização a descendentes de escravos implica a idéia de que os descendentes de senhores de escravos também recebam algum tipo de ressarcimento, já que também foram lesados pela lei.

aRtHUr bAsSinI BoLADao fExAnU C U bOnDi disse...

É incabível tal proposta, ao tratar-se de homens que abusaram de seres humanos para obter lucro, colocando-os sob condições sub humanas de trabalho e vida. Estes não merecem ser indenizados, pois, mesmo eles tendo perdido algo que lhes pertencia, não é justificável o modo como eles lidavam com seus escravos, os quais eram considerados inferiores e merecedores de maus tratos. Com a proximidade do dia treze de maio, dia da Abolição da Escravatura, cabe-nos indagar como lidamos com a situação dos escravos no passado e da maioria dos negros que ainda sofrem com o preconceito em nosso país. Concluindo, deveria-se tirar esse dia para a conscientização da população, visto que muitas pessoas, como o deputado Paulo Pimenta, não têm completa informação sobre a escravatura em nosso país.

Isadora e Aila disse...

Consideramos um absurdo os proprietários de terras que perderam seus escravos serem indenizados. Mesmo sendo prejudicados pela Lei Áurea, remunerá-los seria sufragar a escravidão e apoiar as condições subumanas que os escravos eram submetidos. Além disso, uma pessoa não pode ser considerada uma propriedade, o que faz a proposta de Eduardo Banks ser irracional.

Gabriel Amorim e Igor Nogueira disse...

Penso que a indenização aos “proprietários” dos escravos é inaceitável, visto que a escravidão sofrida pelos negros na época foi algo humilhante e desumano. Assim, os prejuízos causados aos fazendeiros são desconsiderados, pois foi algo ocorrido momentaneamente, já os negros sofreram durante séculos e continuam sendo discriminados até hoje. A injustiça que eles sofrem atualmente é mais um motivo para concluirmos que se tem de haver uma indenização, ela deve ser para os descendentes dos negros escravizados e não para fins econômicos de descendentes de “proprietários” que agiam contra os direitos humanos.

Luciana e Fernanda disse...

É errado privilegiar uma classe social em detrimento da outra. Por isso, seria injusto dar indenização tanto para os descendentes dos ex-proprietários de escravos quanto para os próprios descendentes de escravos. Dessa forma, devemos priorizar a conciliação entre as diferentes classes sociais do que seus antigos antagonismos e ressentimentos. O próprio Nelson Mandela prega por esse ideal. Logo, a proposta do jornalista torna-se obsoleta e inadequada ao atual contexto.

João Pedro e João Vitor disse...

A idéia inicial de Eduardo está correta, os latifundiários foram prejudicados pela abolição da escravatura, perdendo o direito sobre sua posse, no caso os escravos, e tendo prejuízos, pois ele pagou pelo escravo e o mesmo era peça importante para a agropecuária brasileira. Mas Banks pecou no aspecto dos direitos humanos, que defendem que nenhuma pessoa pode ser escravizada, o que torna sua proposta invalida nos atuais termos constitucionais não só do Brasil, mas do mundo.

Paula Binoti e Leticia Cardoso disse...

Acreditamos que o jornalista Eduardo Banks está equivocado em relação ao seu pensamento, pois os negros são os maiores prejudicados nessa historia, pelo fato de que a abolição da escravatura foi um fato histórico que aconteceu no dia 13 de maio, a favor dos direitos humanos. Agora jornalista quer falar que os prejudicados em toda a história de escravidão foram os latifundiários/escravocratas, porque eles investiram dinheiro em escravos para que fizessem os seus trabalhos e em conseqüência à abolição da escravatura perderam seus investimentos em escravos. Por isso, não concordamos com a ideia de Eduardo, em tentar levar essa proposta de indenização aos ex-donos de escravos ao Congresso Nacional.

Suzana e Luisa Stein disse...

Este tipo de proposta de lei não deveria nem ser considerado, pois é como se considerássemos a possibilidade de dar remuneração aos ex-proprietários de escravos por tratarem pessoas como animais. Se é que alguém deveria receber algum tipo de indenização essas pessoas deveriam ser os descendentes de escravos, pois eles sim foram injustiçados no passado.

Daniel e Mazzoli disse...

É importante enfatizar que com aproximação da data 13 de maio, data da abolição da escravatura, os direitos dos negros devem ser respeitados, isto é, as famílias de ex-donos de escravos nao devem ser remunerados como citado no texto. Ao invés disso, pelo nosso ponto de vista estas famílias devem pagar indenização aos parentes daqueles que foram injustiçados para compensar o sofrimento vivido.

Bruno e Thomaz disse...

Não concordamos com a tese defendida do jornalista Eduardo Banks, pois para que seu ponto de vista seja aceito, ele quer que os descendentes dos antigos latifundiários recebam uma quantia elevada de dinheiro, pelos antigos senhores de escravos terem sido prejudicados com a abolição da escravatura. Porém, acreditamos que os antigos senhores já foram beneficiados suficientes com as humilhações, explorações e esforços dos muitos escravos que eles possuíam. Além disso, na prática, nega a evidência histórica de que a escravidão foi um negócio do Estado brasileiro, portanto, o governo não é responsável por recompor esse prejuízo que nunca existiu.

Mariana Bermudes e Paolla Brandão disse...

Acreditamos ser inviavel esta ideia, mesmo sabendo que os donos de escravos foram prejudicados com a lei áurea, mas é preciso lembrar a importância dos negros durante a escravidão. Pensamos que os reais indenizados devem ser os escravos, pois foram os mesmos que sofreram tanto com a escravidão, fazendo com que a ideia de Eduardo Banks seja absurda. Portanto, a data 13 de maio deve ser lembrada como o sofrimento, a luta e a liberdade dos escravos.

Victória Musso e Luísa Cortez disse...

O jornalista carioca Eduardo Banks está equivocado, uma vez que não faz sentido indenizar ex-proprietários de escravos pela perda que tiveram 122 anos atrás. A tese defendida tem argumentos iludidos, como comprovado pela citação do jornalista, que compara escravos a plantações, sendo que os escravos, ainda assim, são seres humanos, e os prejuízos que as plantações de soja trariam se fossem queimadas, não chegariam nem perto do prejuízo moral da população negra que veio para o Brasil desde o período colonial. Além disso, os latifundiários foram privilegiados o bastante pelo trabalho escravo antes da abolição; é um contra-senso indenizar descendentes de pessoas que abusaram e exploraram de uma raça que consideravam inferior.

Breno Milbratz, David Haddad e Gabriel Pagani disse...

Uma vez que antes da abolição, a escravidão era tida como um direito dos Senhores e apoiada pelo Estado vigente, pela visão da lei, aqueles que compraram seus escravos deveriam sim ser indenizados. Se considerarmos que os negros eram tratados como mercadorias, então os Escravocratas eram consumidores de um produto, e a partir da lei Áurea, foram lesados, pois perderam a mercadoria que haviam comprado, e foram privados de um direito antes previso em lei.
Contudo, se analisarmos a situação com uma visão mais humanitária, vemos que tal indenização é totalmente absurda, de forma que revive o pensamento de superioridade por parte das classes financeiramente dominantes, que fora superado atraves de anos de lutas pelos direitos humanos, ou seja, seria um retrocesso histórico sem precedentes.

ADRIANO disse...

ADRIANO, TA ME OUVINDO??????

Arantxa e Camila disse...

Realmente, o fim da escravidão no Brasil acarretou em um prejuízo sem tamanho para os grandes fazendeiros proprietários de escravos. Pobrezinhos. Essa mudança brusca na mão de obra brasileira, deixou tais fazendeiros desamparados: sem poder explorar ninguém, tiveram de gastar um dinheiro “desnecessário” com o bem estar de seus empregados. Quanto exagero, Banks! É inegável que durante o período da escravidão, os negros eram tratados como animais, humilhados e explorados, sem condições para sequer sobreviver. Se alguém deveria ganhar uma indenização, deveriam ser eles, que sofreram na mão dos que se diziam seus “donos”. O fato é: a Lei Áurea provocou uma mudança no modo de vida dos brasileiros. No tempo atual essas mudanças já estão concretizadas, portanto, temos que começar a pensar no presente, deixando de lado o que já passou.

Giovana Abikair e Larissa Loureiro disse...

Levando em consideração os vários anos em que os escravos foram humilhados e explorados, acreditamos que a proposta de Eduardo Banks é totalmente irracional.
Tratados como verdadeiras mercadorias, os negros na época da escravidão trabalhavam de forma desenfreada e não recebiam nada por isso. Por esse motivo, conclui-se que os grandes fazendeiros só possuíam suas grandes fortunas às custas do trabalho braçal de tais seres humanos – se é que eles podiam ser encaixados em tal categoria. Acreditamos, portanto, que a abolição da escravatura, que será comemorada no próximo dia 13 de Maio, representa uma vitória para essa camada da população tão oprimida, e que a aprovação da Lei desenvolvida pelo jornalista paulista seria um retrocesso no tão longo caminho que o Brasil já percorreu tentando alcançar a igualdade social.

Vicenza & Gabriella disse...

A proposta de indenização feita por Eduardo Banks é de certa forma injusta e inadequada, essa visa o ressarcimento financeiro aos descendentes dos ex-proprietários de escravos no Brasil. De fato essa proposta não faz sentido, pois a escravidão era algo comum no século XIX.
Ele sita também a indenização que foi dada aos judeus após a segunda guerra, acreditamos que esse fato não sirva como um bom argumento, pois a guerra ainda é um acontecimento recente e ainda há sobreviventes. O ocorrido no país já faz muito tempo, e não há mais sobreviventes, apenas descendentes desses.
Concluímos que os argumentos utilizados por Eduardo não são suficientes para que acreditemos nessa proposta.

Daniel Brito; Brunela Dias disse...

Certamente a lei proposta pelo jornalista carioca tem sim fundamento, pois até a abolição da escravatura, a posse, e o comércio, de escravos era sim protegida, e de certo modo incentivada pela constituição brasileira, graças aos lucros obtidos pelo estado pela grande produção do café, que na época constituía a base da economia brasileira. Então, pode-se afirmar que tal proposta de lei teria sim uma base constitucional, que de modo algum poderia ser negada pelo governo brasileiro, tendo em vista os vários fatores históricos que demonstram tais leis apoiando esse tipo de trabalho. Porém, a aprovação de tal mudança na lei Áurea seria um imenso descaso ao povo negro, tão presente na sociedade brasileira, e a tentativa tão presente nos dias de hoje de combate ao racismo.

Mariana Vieira e Guido disse...

A ideia proposta por Sr. Eduardo Banks leva a pensar que, mesmo depois de muito tempo, os escravos ainda não são valorizados pelo trabalho árduo, forçado e sufocante que foram submetidos. É de extrema ironia depois de 122 anos, um ser escrever os direitos de uma pessoa que tanto fez mal a grande parte da população.
A proposta de indenizar fazendeiros é terminantemente racista, já que eles são retratados como pessoas boas, depois de tanta crueldade na época da escravidão. O dia 13 de maio, como respeito a esses escravos deveria ser feriado nacional.

Anônimo disse...

Gabriel Cunha e José Carone

O ideal proposto pelo jornalista Banks, assume caráter terminantemente racista e se mostra indevido e inválido pelos pontos defendidos pela constituição brasileira, além de ir de encontro com a Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU. Indenizar os descendentes de antigos proprietários seria análogo as forças aliadas da Segunda Guerra indenizarem os chefes de campos de concentração nazistas pelos prejuízos causados pela libertação dos judeus. Esse é um pensamento de cunho ignorante e anti-ético. Tratar seres humanos como mercadoria ou propriedade privada é um retrocesso ético e intelectual e uma ideia arcaica e totalmente ilógica pelos parâmetros hoje defendidos.

Bianca Colnago e Stephanie Sally Colquhoun disse...

A proposta sugerida pelo jornalista não se fundamenta na atual sociedade, visto a atual conjuntura. Além de ter sido um prejuízo momentâneo e incauculável, visto a longidão do fato, a proposta não se fundamenta na mentalidade da atual sociedade, até porque, indenizar um povo que sofreu anos a fio com castigos desumanos apenas devido ao prejuízo cafeeiro é insensato. Se devem haver indenizações, estas devem ser aplicadas aos fazendeiros, por terem contribuído para tamanha judiação; entretanto, tal proposta deveria ter sido aplicada na época do acontecimento, tendo em vista a evolução das gerações e mudança de mentalidade. Portanto, o Sr. Eduardo Banks está totalmente equivocado perante seus argumentos.

Marina e Verônica disse...

Como Niilista, Eduardo Banks deveria levar em conta a famosa frase ‘A moralidade é a melhor de todas as regras para orientar a humanidade.’. Onde se encontra tal moralidade defendida, se um dos únicos passos que de fato orientaram nossa humanidade está sendo agora botado em dúvida? Quem vai pedir indenização pelas milhares de famílias afrodescendentes que hoje são assombradas com o fato de seus antepassados terem sido humilhados pelos que hoje os cercam? Desencavar tal época sombria seria, de certa forma, renascer com a dor e o racismo sofrido, ainda que este ainda esteja presente e mascarado na sociedade.

Gabriel Zucoloto e Rodrigo Milke disse...

Tal medida se torna inviável e antimoralista, uma vez que Eduardo Banks emite uma proposta a fim de indenizar fazendeiros que eram donos de escravos. No entanto, devemos considerar que os escravos não recebiam salário, ou seja, o único gasto do fazendeiro era na hora da compra, depois disso esses indivíduos eram explorados nas plantações, gerando um lucro superior ao preço de compra dos escravos. Além disso, devemos considerar que na atual conjuntura, esse ato seria inadimissível, já que eram tratados de forma desumana, tendo um desrespeito aos direitos humanos.
Portanto, pelos motivos relatados, se torna antiético a aprovação desse projeto proposto por Banks, que é um tanto quanto racista, pois ele se expressa como se a compra de escravos fosse algo correto.

Jairo Müller disse...

A reais vítimas da escravidão que devem ser indenizadas, uma vez que os senhores tiravam proveito, lucrando, de pessoas com as mesmas condições físicas e psicológicas que ele, mas negros, e, por isso, descriminados. Uma pessoa não deve obter lucro à custa de outras sem recompensá-las, a partir da compreensão disso, conceito de escravidão não tem mais o seu devido valor, tirando a relação “escravos, animais”, tornando-os iguais à todos, o que não dá direito algum aos familiares dos “ex-senhores” de serem beneficiados com alguma indenização, já que eles foram os que abusaram, ao invés de serem abusados.

Anônimo disse...

José João e André Brito;

O restabeleço do prejuízo causado aos escravocratas após a afirmação da Lei Áurea é um pensamento de total irracionalidade em que o racismo supera seus limites. É uma idéia que coloca os ajoujados da sociedade escravista numa situação de puro desrespeito, já que vivemos em um mundo que não admite a fantasia de que há diferença étnica. Então pode-se considerar uma idealização fora de cogitação, demonstrando boa atitude dos deputados contra tal ignorância.

Mariana Júdice e Alice Neffa disse...

A proposta de modificar a Lei Áurea, de modo a indenizar os descendentes dos ex-proprietários de escravos no Brasil, se mostra sem fundamento. É de importância supra ressaltar o fato de que quem foi submetido a atos desumanos e extremamente cruéis foram os escravos, e não os proprietários, que uma vez gozavam de seus privilégios. Vemos a proposta de modificar a lei, como uma tentativa de reparar o passado obscuro a que nosso país se submeteu. Vale ainda lembrar que ocorre indenização para compensar alguém de maneira a anular ou reduzir um dano. Os proprietários não sofreram dano algum. Desse modo, se alguém tem que ser indenizado, esse alguém deve ser os afrodescendentes brasileiros, que tiveram seus ancestrais submetidos a maus tratos. É de fato, um ato de difícil repercussão já que o Brasil se encontra em grau de alta miscigenação. Por isso, de forma a honrar esses escravos que uma vez sofreram no passado, por que não declarar feriado nacional no dia 13 de maio (data da abolição da escravatura)?

Carla e Larissa disse...

O jornalista carioca Eduardo Banks foi infeliz na sua proposta do pagamento de indenização aos descendentes dos senhores de terra. Tal ideia é inviável e absurda pois é baseada em ideais racistas, já que consiste no fato de que os brancos devem receber uma indenização apenas porque já havia surgido uma proposta de mesmo ideal, porém para os negros (ex-escravos). Além disso, isso fere os direitos humanos pois esses latifundiários, que de acordo com a proposta receberiam dinheiro, não eram de maneira alguma explorados durante o período da escravidão. Mesmo que a Lei Áurea tivesse os prejudicado, uma vez que foi instituída pouco tempo antes da colheita do café em São Paulo no século XIX, os escravos mereciam isso por todos seus esforços, exploração e discriminação que sofreram. Assim sendo, não julga-se pertinente a instituição de tal proposta “Eduardo Banks”.

Sofia Kriger e Anna Carolina Ottoni disse...

A proposta do jornalista carioca Eduardo Banks é totalmente imoral. Os escravos viviam em condições deploráveis, eram explorados e abusados pelos fazendeiros que eram considerados seus donos/proprietários. Na realidade tais proprietários não possuíam o direito de escravizar essas pessoas, já que todo homem é livre, de acordo com a constituição.

Clara Mattos e Giulia Moschen disse...

De fato, é absurda, senão bizarra, a proposta do jornalista Eduardo Banks que concorda com a possibilidade legal da indenização dos antigos escravocratas pela perda de seus escravos. Na visão desses, perdeu-se “bens” de consumo com o fim da escravidão e eles afirmam que têm o direito dessa remuneração. Porém, é inadmissível essa exigência, já que não se pode comprar a liberdade de ninguém, sendo este um direito fundamental de qualquer homem. Além disso, segundo a declaração dos Direitos Humanos feita pela ONU, está redigido no Artigo I: Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotados de razão e consciência e devem agir em relação uns aos outros com espírito de fraternidade. Portanto, seria, além de antiético e imoral, contra a constituição da organização mundial que visa a igualdade entre os povos.

Lucky Guess disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Bárbara Manhães disse...

A ideia apoiada pelo jornalista Eduardo Banks apresenta valores contrários aos apresentados na sociedade atual, crendo que os proprietários foram prejudicados com a Lei Áurea, e por tal motivo deveriam receber uma indenização merecida. Sua linha de pensamento demonstra certa afinidade aos proprietários de escravos da época, excluindo dos fatos o sofrimento que os mesmos causaram aos seus ‘subordinados’.
Sua proposta estaria correta apenas para um lado da situação, desfavorecendo os maiores prejudicados, que julgamos terem sido os escravos. Na época da escravidão, essa ideia seria facilmente aderida, mas houve uma perceptível mudança na sociedade nos quesitos valores e pensamentos.

LEONARDO E MATTEO disse...

É realmente bizarra a proposta do jornalista carioca Eduardo Banks. Essa proposta para que os antigos proprietários de terra sejam indenizados expressa a falta do pensamento social. Ele comparou os escravos com um objeto material. Esqueceu que ao contrário dos objetos, os escravos pensavam, respiravam e tinham a necessidade de viver. Penso que ao invés de dizer coisas bizarras desse tipo, todos nós devemos nos concentrar em promover ações que construam uma realidade social mais igual e mais justa.

Bruna Ignatowska e Maria Luiza Bresser disse...

Somos totalmente contrárias em relação a proposta do jornalista Eduardo Banks. Naquela época, os proprietários de escravos os tratavam cruel e desumanamente. Vendo a situação dos escravos, é possível perceber que o sofrimento e as dificuldades passadas por estes não se comparam ao dinheiro perdido pelos proprietários com a abolição escravatura. Pensamos que não é necessário indenizar nem os parentes dos proprietários nem os dos escravos tendo em vista que já se passaram 122 anos desde que foi assinada a Lei Áurea, ou seja, se fosse para algum deles ser indenizado isto deveria ter ocorrido naquela época. Naquele contexto histórico, talvez fosse cabível alguma providência a respeito desse assunto mas agora já é tarde para tomar qualquer medida. Em nossa atual situação, em que todos estamos lutando contra o racismo, a proposta de Banks só causará um efeito negativo e polêmico no pais.

Fabricio Z. e Caio O. disse...

A medida tomada pelo jornalista Eduardo Banks se torna antimoralista e inviável,uma vez que seu pedido é indenizar os fazendeiros que tinham como propriedade os escravos.No entanto o único gasto que os fazendeiro tinham era o da compra dos escravos pois eles não recebiam sequer um direito de salário justo por seu trabalho.Penso também que se deve haver algum tipo de indenização, devem ser aplicadas aos escravos devido ao tratamento absurdo que era propiciado aos escravos de forma desumana e imoral.

Marcos disse...

Acho isso um absurdo, os proprietários não deveriam sequer pensar em receber indenizações. Apesar de que na época os negros fossem considerados mercadoria, os fazendeiros desfrutaram deles por muito tempo. Ao contrario do que pensa Eduardo Banks, acho que são os negros quem deveriam receber indenizações pelos trabalhos feitos e pela constantes discriminações sofridas por eles no dia-a-dia.

Anônimo disse...

É muito triste de se ler um artigo desse e ver da realidade dos país em que eu moro. Indenizar os antigos proprietários de escravos? Por quê? Eles os culpados e não as vitimas!
os negros passaram por todos os tipos de tortura na época de escravidão e são até hoje sofrem com preconceito, eles passaram por condições que nem um humano suportaria,foram abusados fisicamente sexualmente e moralmente.E o governo que indenizar os proprietários de escravos que os proporcionaram todo esse sofrimento?
Como o texto disse os judeus foram indenizados por perseguição, porque os negros também não podem ser?

Eros e João Felipe disse...

Na época o tema apresentado seria perfeitamente plausível, visto que a constituição em vigor previa que era um direito dos proprietários a posse dos escravos para fins econômicos. De acordo com a constituição tudo que for retirado do cidadão deve ser ressarcido, o ponto apresentado realmente é justificável. Mas como ocorreu a mudança de regime governamental do Império para a República, o tema perde sua relevância, e além disso, hoje seria incorreta e imoral esta indenização porque agora os valores de nossa sociedade são extrememente diferentes dos antigos.

Aline e Brenda disse...

É inacreditável que nos tempos modernos ainda existam discussões como essa, que apesar de ter sido desenvolvida por um jornalista como Eduardo Banks, nos parece antiquada, já que se encontra fora do nosso quadro político-social atual. Alem disso, existem outros aspectos que devem ser levados em conta, como por exemplo: já que as famílias dos fazendeiros serão indenizadas, e quanto as famílias dos escravos, que além dos danos físicos, sofreram danos morais que se estendem até os dias de hoje? E quanto aos artistas que se viram obrigados a deixar o pais no auge de sua fama na época da ditadura? Precisamos ter a consciência de que não só os negros e fazendeiros tiveram prejuízos para que ocorressem mudanças na sociedade, e sim todos nós, já que para que nosso pais tenha chegado onde está hoje, todos nós vez ou outra nos vimos obrigados a mudar, e nem sempre essas mudanças trazem bons resultados de imediato.

leticia e giovanna disse...

Somos totalmente contra a indenização aos ex escravocratas, em vista que a escravidão teve fim a cerca de 120 anos e os que realmente sofreram foram os negros cujas condições de vida eram sub-humanas. Com a aprovação dessa lei, o governo estaria aprovando (ou até incentivando), de forma implícita, praticas exploratórias, já que estariam remunerando pessoas pelo prejuízo que tiveram com o fim da escravidão. Dando a entender que o governo sente muito pelo abolição da “servidão”, não pelos negros, que ficaram sem comida, casa e dinheiro, mas sim, pelos proprietários que perderam uma pequena parcela de sua renda.

Beatriz Figueiredo disse...

Propor uma indenização para aqueles que eram proprietários de escravos, além de ser uma proposta sem fundamento lógico, é imoral. Após 122 anos, com todos os “avanços” conquistados, parte da sociedade se mostra parada no tempo. Indenizar aqueles que foram responsáveis por infindável sofrimento e tortura é retroceder, voltar no tempo. Surpreende-me, ainda, que tal proposta tenha sido feita por um jornalista, que, em teoria, seria um crítico da sociedade. De qualquer forma, devemos abrir os olhos para o Brasil atual e devemos ter cautela para não “voltarmos no tempo”.

barbara disse...

Discordo com a proposta feita por Eduardo Banks, pois ao justificar a indenização, que seria dada aos descendentes dos proprietários, ele afirma que tais proprietários tiveram de liberar os escravos sem nenhum fim lucrativo. Mas ele ignora a situação em que boa parte de uma nação foi destruída e desmoronada, com perdas e mortes significativas; relatando que tais causadores de sofrimento deveriam, ainda assim, ser recompensados. E, ao se aproximar da data em que houve a abolição da escravatura é relevante a discussão que tenha como fundamento a compreensão dos direitos merecidos por ambos.

Rafael Bolelli e Georgia Cavalcante disse...

Mesmo se mostrando preconceituosa, a proposta do jornalista Eduardo Banks poderia ser levada adiante, sendo que foi rejeitada sem nem mesmo ser discutida. Achamos justo que os descendentes de ex proprietários de terras fossem remunerados pelo governo, afinal na época da escravatura o governo incentivava a pratica do trabalho escravo e a protegia, com sua abolição que foi durante o período da colheita do café, os produtores tiveram um enorme prejuízo devido a falta de mão de obra, sendo assim a proposta do jornalista carioca tem sim fundamentos e bases contituicionais suficientes para ser aceita. Mesmo assim, uma mudança na lei áurea seria um desrespeito com a população negra, que sofreu tantos anos com a escravidão e que merece ser tratada de forma completamente igualitária a todos os outros.

catarina f. e bruna f. disse...

Acredito que Banks está sendo um cidadão totalmente imoral pelo fato de defender os direitos impostos aos antigos proprietários de escravos, já que o dia 13 de maio é um dia em que quem deveria receber qualquer tipo de benefício são apenas os negros, que passaram por situações precárias, injustas e deploráveis no passado. Pior ainda é o fato de ser criada uma indenização dada aos que, naquela época, “perderam posse” dos negros, outro ponto ridículo, pois esses são seres humanos e, com certeza, não pertencem a ninguém, nunca pertenceram. Tudo isso leva a algo totalmente desrespeitoso a toda a humanidade, pois tira, de certa forma, os direitos de cidadão daqueles que sofreram, algo que todas as pessoas possuem, ou deveriam possuir, a partir do nascimento.
É fato que aqueles sádicos proprietários ficaram no prejuízo, mas nada se compara ao sofrimento de cada afrodescendente que sofreu presenciando aquele momento da nossa historia. O que leva Banks a um papel desnecessário nesse momento.

Anônimo disse...

O jornalista cometeu uma gafe ao afirmar a necessidade de indenização aos descendentes de escravocratas.

Banks poderia até cogitar na possibilidade de os proprietários escravocratas terem sido indenizados durante o Império, visto que a Constituição que vigorava na época, apesar de hoje ser considerada ultrapassada, previa a posse de escravos.

No entanto, como atualmente mais de 80% dos brasileiros têm origem mestiça, ou seja, também são descendentes de escravocratas, as indenizações custariam 15 trilhões de reais aos cofres públicos, o que significa décadas e mais décadas de impostos destinados unicamente para esse fim.

Desse modo, considerando-se essa "dívida" como impagável, existem apenas dois meios de compensá-la: retornar à escravidão (ato imoral, antiético, inconstitucional e inviável economicamente) ou aceitar a Proclamação da República como anulação do pagamento (opção prática, precisa e humana).

CONCLUI-SE, PORTANTO, QUE O JORNALISTA FEZ UMA DECLARAÇÃO INFELIZ, INVIÁVEL, IRREAL, E ABSURDA, DESRESPEITANDO A HISTÓRIA DA OPRESSÃO DOS AFRO-DESCENDENTES E A ANÁLISE CRÍTICA DOS BRASILEIROS.

Leandro e Gabriela disse...

A proposta do jornalista Eduardo Banks de reparo aos "danos" causados pela abolição da excravatura é execrável, sendo esta imoral. É deplorável ver que mesmo depois de um avanço existem pessoas que ainda tendem ao regresso.Além do mais é uma ideia inviável, já que a maioria das pessoas do Brasil são mestiças(mistura de negro e caucasiano),e mereceriam essa tal indenização, que seria grande para ser paga com dinheiro público.Depois de 122 anos o argumento de que "mesmo os negros estando livres o Estado deve pagar sua conta" voltou.
Outra situação digna de pena que não foi muito discutida foi o fato do deputado Paulo Pimenta argumentar que não colocaria a discussão em pauta,uma vez que não existem fatos historicos dizendo que a escravidão foi um negócio do Estado, mesmo todos sabendo que não é bem assim. O Estado deveria assumir o que fez e demonstrar que aprendeu depois disso.

Anônimo disse...

E ... o movimento estudantil apoiado pela UNE quando soube que o ex-reitor da UFPA Alex tinha recebido uma verba extra polpuda e que iria fazer alojamento estudantil no campus do guamá, invadiram o seu gabinete e exigiram que fosse auditório de luxo, como de fato aconteceu, posto que, alojamento serviria mais para acoitar vagabundo. Ainda essa semana na UFPA encontrei um bando fazendo campanha para que uma professora doutora pela França fosse eleita para um cargo, porquanto, se eleita, não ministraria mais aula. Ao indagá-los esses disseram que o bom é ter professor o mais imprestável possível e seria um luxo gastar gente tão bem qualificada com um bando de imprestáveis. Além disso, o docente que não fizer isso vai morrer de fome.

Anônimo disse...

E a nova escravidão ... o movimento estudantil quando soube que o ex-reitor da UFPA Alex tinha recebido uma verba extra polpuda e que iria fazer alojamento estudantil no campus do guamá, invadiram o seu gabinete e exigiram que fosse auditório de luxo, como de fato aconteceu, posto que, alojamento serviria mais para acoitar vagabundo. Ainda essa semana na UFPA encontrei um bando destes fazendo campanha para que uma professora doutora pela França fosse eleita para um cargo, porquanto, se eleita, não ministraria mais aula. Ao indagá-los esses disseram que o bom é ter professor o mais imprestável possível e seria um luxo gastar gente tão bem qualificada com um bando de imprestáveis. Além disso, o docente que não fizer isso vai morrer de fome.

Christian Maximiliano Fantin disse...

Olá, como estão?
Deixo-lhe uma obra musical composta em homenagem a Zumbi e todos os que habitaram o Quilombo dos Palmares. É universalmente livre, pois eu dei para o domínio público.
Aqui está o link para o meu site onde se pode ouvir, baixar e compartilhar com aqueles que querem:
www.unirmusica.com/christianmfantin
Espero que este comentário seja do seu agrado e gostem deste humilde tributo.

Christian

 
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